“A Europa está a ficar para trás na competição tecnológica”

As mulheres têm de provar três vezes mais o valor delas do que os homens para chegarem à posição que merecem. Quem o diz é Daniela Braga, empresária do Porto, que fundou uma das startups de inteligência artificial que povoam Seattle.

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Nuno ferreira Santos

A Web Summit é uma feira e para Daniela Braga, 41 anos, foi também uma porta de acesso a investimento. Licenciada no Porto em linguísticas, mestre em Linguística Aplicada no Minho e doutorada na Corunha em Tecnologias da Linguagem, esta empresária encontrou em Lisboa aqueles que viriam a ser os principais investidores na startup que criou em Seattle, e que tem escritórios na capital portuguesa, no Porto e em Tóquio.