Downton Abbey recebe o rei — e continua a tradição de séries que se tornam filmes

Os Crawley e Mr. Carson estão de volta já esta quinta-feira — mas nos cinemas portugueses, e não na TV. De Star Trek e Missão: Impossível a Breaking Bad e Os Sopranos, todos os caminhos televisivos vão dar aos filmes.

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Os condes de Grantham - Robert (Hugh Bonneville) e Cora Crawley (Elizabeth McGovern) - dançando
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A decidida lady Mary Crawley (Michelle Dockery) com Henry Talbot (Matthew Goode)
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Dois dos elementos mais acarinhados do staff de Downton Abbey: a cozinheira, Mrs. Beryl Patmore (em primeiro plano, interpretada por Lesley Nicol), e a sua assistente, Daisy Manson (Sophie McShera)
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O actor Matthew Goode no papel de Henry Talbot
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Duas das actrizes veteranas desta produção, presenças fortes no pequeno e no grande ecrã: Penelope Wilton (de frente), no papel da progressista Isobel Crawley, e Maggie Smith, a inconfundível condessa-mãe

Downton Abbey, o filme, estreia-se esta quinta-feira em todo o país. A sua história faz-se do regresso das personagens da série de sucesso, da visita de um rei e vem de uma longa linhagem de séries que se tornam filmes. Podem estar a dar uma última volta à pista depois da glória das audiências, a rematar histórias que a televisão encurtou ou, como foi o caso de Star Trek e Missão: Impossível, a ressuscitar como franchises de êxito no grande ecrã. Hoje, em plena era do streaming e de nova luta entre cinema e TV, nem a televisão de prestígio resiste — haverá filmes Breaking Bad e Os Sopranos. “Este fenómeno 'cross media' é marketing, é promoção — a série funciona bem na TV? Vamos levá-la aos cinemas”, atesta o especialista Robert J. Thompson ao telefone com o PÚBLICO.