Crítica

É só inquietação, inquietação

Os últimos meses de Judy Garland num biopic certinho mas anónimo que vale a pena apenas pela transfiguração de Renée Zellweger.

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Há uma actriz aqui. Não chega para ganhar o filme: Judy
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Porque é que os cineastas ingleses têm este fascínio mórbido pelas estrelas de Hollywood em decadência ou em crise em terras britânicas? E porque é que as actrizes americanas têm uma atracção incandescente pelos convites para as interpretarem? Lembramo-nos, assim de cabeça, de dois casos em que as performances eram de longe muito superiores aos filmes (e, em ambos os casos, foram nomeadas para o Óscar): Michelle Williams como Marilyn Monroe em A Minha Semana com Marilyn (Simon Curtis, 2011), Annette Bening como Gloria Grahame em As Estrelas Não Morrem em Liverpool (Paul McGuigan, 2017).