Reportagem

No pavilhão do trabalho, para combater a “pobreza laboral”

Jovens e históricos da CGTP cruzaram-se no congresso de despedida de Arménio Carlos e consagração da nova líder. Isabel Camarinha reclama aumentos salariais de 90 euros e critica injecção no Novo Banco.

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E de repente passaram 50 anos. Para Carlos Trindade, ainda só passou um dia desde que deixou de pertencer ao conselho nacional da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP). Tem 65 anos, 40 deles com assento neste órgão da central sindical. É quase tanto quanto a idade da Intersindical, prestes a completar o meio século de existência. E tão habituado a “uma permanente e saudável diferença de ideias”, ele, um histórico nome da corrente socialista, olha para os próximos anos “com confiança no futuro”.