Números mais recentes da epidemia reflectem “pobreza e condições de habitação”

Em véspera da próxima fase de desconfinamento, são as desigualdades económicas e sociais que mais preocupam os especialistas. António Costa admite que os centros comerciais da região de Lisboa e Vale do Tejo não reabram no dia 1 mas apenas duas semana depois. Decisão é tomada no Conselho de Ministros de sexta-feira.

primeiroministro,marcelo-rebelo-sousa,saude,politica,portugal,governo,
Fotogaleria
Reunião no Infarmed foi a sétima LUSA/TIAGO PETINGA
primeiroministro,marcelo-rebelo-sousa,saude,politica,portugal,governo,
Fotogaleria
Os intervenientes antes dos início do encontro no Infarmed LUSA/TIAGO PETINGA
primeiroministro,marcelo-rebelo-sousa,saude,politica,portugal,governo,
Fotogaleria
Costa, Ferro e Marcelo à chegada ao Infarmed LUSA/TIAGO PETINGA

A sétima reunião entre especialistas, políticos e parceiros sociais, que se realizou esta quinta-feira de manhã, no Infarmed, serviu para dar ênfase à questão de a epidemia estar a atingir os estratos socioeconómicos mais baixos, mas não só. ​Ficou claro que a situação na região de Lisboa e Vale do Tejo, não estando descontrolada, merece uma “atenção especial” e pode até justificar respostas diferenciadas por parte do Governo, que decide esta sexta-feira como será a terceira fase de desconfinamento. Em cima da mesa está a hipótese de não ser permitida a reabertura dos centros comerciais pelo menos nos próximos 15 dias, admitiu António Costa.