A Dior reinventa a passerelle com minivestidos que vão viajar pelo mundo

Maria Grazia Chiuri revelou parte da nova colecção de uma forma original. Marcas procuram alternativas por causa da pandemia.

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Maria Grazia Chiuri junto à enorme caixa com os pequenos manequins que envergam a nova colecção da casa Dior Charles Platiau/Reuters
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A maison Christian Dior substituiu o tradicional desfile por uma mostra de manequins em miniatura que vão viajar pelo mundo, até casa ou loja dos melhores clientes. A passerelle da Semana da Moda de Paris foi assim substituída por causa da pandemia. A colecção foi apresentada no início da semana através de um filme do realizador italiano Matteo Garrone

Maria Grazia Chiuri recorda que, em tempo de quarentena, muito foi feito a partir de casa. Por exemplo, no seu caso esteve em teletrabalho em Roma, coordenando o trabalho com as costureiras e equipa de produção que também se encontravam em suas casas. O resultado é uma colecção inspirada nos artistas surrealistas, como a fotógrafa Lee Miller ou a artista Dorothea Tanning, por exemplo, com bordados intrincados e penas da cabeça aos pés. A designer lembra que a Dior foi a primeira maison, em 1933, a mostrar os surrealistas.

Para poder divulgar a colecção, em vez do evento presencial, a casa de alta-costura optou por um filme de Matteo Garrone e pelas miniaturas itinerantes de 40 centímetros que, recorda Chiuri, no tempo da Segunda Guerra também foram usadas para mostrar as colecções e chegar aos clientes. Deste modo, a designer defende que “as tradições mantêm-se vivas” em Paris.

“É uma experiência diferente. Mas acho que é uma experiência bonita “, conclui Chiuri. Na conta de Instagram da Dior é contada a história de alguns vestidos da colecção Outono/Inverno. 

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