Reportagem

A luta delas em Beirute, entre ficar e partir

No Líbano, esta é também a revolução das mulheres. Razan, Verena e Darine têm estado na linha da frente. Mas não é fácil ficar no Líbano para quem tem 20 anos. Sobretudo depois da explosão.

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Uma mulher com uma bandeira libanesa durante protestos, em Novembro, em Beirute Andres Martinez Casares/REUTERS

Uma mulher libanesa não pode dar nacionalidade a um filho. Isto significa que se tiver um filho, por exemplo, de um português, ele será só português. Como se a cidadania dela não existisse. Este é só um dos buracos da lei libanesa que levaram Razan, 22 anos, e tantas mais a lutar por outro país.