Portugal volta a derrotar o Brasil por vinte pontos

A selecção portuguesa de râguebi derrotou neste sábado a brasileira no Estádio Nacional por 33-13, no último jogo de preparação entre os dois países.

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Luís Cabelo

Segundo jogo, segunda vitória de Portugal. Uma semana depois de derrotar o Brasil por 30-10, a selecção nacional voltou a superiorizar-se aos brasileiros pela diferença de vinte pontos (33-13). Neste sábado, num jogo de preparação realizado no Estádio Nacional, os Lobos foram quase sempre superiores, mas voltaram a não conseguir traduzir o domínio territorial no desnível final no marcador entre as duas equipas.

Mesmo não contando, mais uma vez, com os mais categorizados jogadores portugueses que competem nos campeonatos franceses (Francisco Fernandes, Mike Tadjer, Anthony Alves, Jean Sousa, Pedro Bettencourt e Samuel Marques, entre outros), Portugal voltou a mostrar que está num patamar superior ao do Brasil.

Com o terreno mais pesado e escorregadio do que há uma semana, o seleccionador português Patrice Lagisquet fez seis alterações no XV inicial em relação ao primeiro duelo entre Lobos e Tupis - entraram Nuno Mascarenhas, Bruno Rocha, Frederico Couto, Jorge Abecasis, Rodrigo Marta e João Freudenthal -, mas o filme do jogo foi quase uma réplica do que tinha acontecido no primeiro embate.

Com o Brasil quase sempre remetido à defesa, Portugal sentiu dificuldades para furar a defesa adversária e, no primeiro tempo, a vantagem portuguesa era de apenas um ponto: 7-6 (ensaio português de João Belo, com conversão de Jorge Abecasis.

Na segunda parte, repetiu-se o que tinha acontecido há uma semana. Com menor fulgor físico, os brasileiros começaram a abrir mais espaços e, com a habitual qualidade no jogo à mão, Portugal aproveitou para marcar quatro marcar ensaios: em apenas 25 minutos, Rodrigo Marta, Tomás Appleton, Cardoso Pinto e Duarte Diniz colocaram os Lobos a ganhar por 33-6.

Com o jogo resolvido, os portugueses baixaram a intensidade e os Tupis aproveitaram para chegar ao ensaio: tal como tinha acontecido na primeira partida, o Brasil conseguiu o único ensaio através de uma investida dos seus avançados, mais fortes fisicamente.