O que nos vale é eles não serem parvos

Afinal parece que a fábula correta é a do sapo e do escorpião, mas em que o sapo quer atravessar o rio às costas do escorpião. Confiemos no escorpião, porque o sapo até escreveu que não era parvo.

Havia aquela categoria “sou liberal na economia mas conservador nos costumes”. Certos países têm partidos sociais-liberais, combinando liberalismo político com mercados regulados. E desde a semana passada há uma inovação aqui introduzida na ciência política pelo João Miguel Tavares, “sou liberal mas não sou parvo”. Uma categoria um tanto deselegante para com os outros liberais, mas que nos deve merecer todo o respeito.