Mais de 140 jóias do tesouro real português foram vistas à lupa, pedra por pedra

É partindo da arte e da história que habitualmente falamos sobre as jóias reais, mas há quem o faça começando pelas pedras que ajudam a torná-las preciosas. Rui Galopim de Carvalho é o gemólogo que as está a estudar, a pouco mais de seis meses da abertura do novo museu.

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Têm destas estrelas duas das jóias mais conhecidas da colecção - um colar e um diadema de Maria Pia Cortesia: Palácio Nacional da Ajuda/Rui Galopim de Carvalho
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Rui Galopim de Carvalho com a laça de esmeraldas que ainda é capaz de o emocionar Cortesia: Palácio Nacional da Ajuda/Joaquim Afonso
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Pormenor de uma das fotografias de ultravioleta Cortesia: Palácio Nacional da Ajuda/Rui Galopim de Carvalho
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O "diamante" Bragança, que terá pertencido a D. João VI Cortesia: Palácio Nacional da Ajuda/Rui Galopim de Carvalho
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A Insígnia da Ordem do Tosão de Ouro é uma das mais espectaculares jóias da colecção e a grande safira azul que tem foi posta no restauro da década de 50 Cortesia: Palácio Nacional da Ajuda/Rui Galopim de Carvalho

O estudo ainda não está terminado, mas o que dele já se sabe permite abrir uma janela um pouco diferente das habituais sobre a colecção de jóias da coroa portuguesa. O gemólogo Rui Galopim de Carvalho está a analisar dezenas de peças do acervo que a partir de Junho deverá ficar exposto no novo Museu do Tesouro Real concentrando-se, naturalmente, nas pedras preciosas e não na sua vertente histórico-artística