Melania saiu de luto da Casa Branca mas chegou cheia de cor a Mar-a-Lago

A ex-primeira-dama quebrou uma tradição que é a de receber a sua sucessora na Casa Branca.

chanel,donald-trump,casa-branca,eua,michelle-obama,america,
Fotogaleria
Reuters/CARLOS BARRIA
chanel,donald-trump,casa-branca,eua,michelle-obama,america,
Fotogaleria
LUSA/STEFANI REYNOLDS/ POOL
chanel,donald-trump,casa-branca,eua,michelle-obama,america,
Fotogaleria
LUSA/Stefani Reynolds / POOL
chanel,donald-trump,casa-branca,eua,michelle-obama,america,
Fotogaleria
LUSA/Stefani Reynolds / POOL
Fotogaleria
Reuters/CARLOS BARRIA
presidente dos Estados Unidos
Fotogaleria
Reuters/CARLOS BARRIA

Apesar de aparentemente ter feito um discurso conciliador, recusando a violência e apelando à união, uma atitude que a distanciou do seu marido, Melania Trump quebrou a tradição ao não receber na Casa Branca a sua sucessora, Jill Biden. Este é um costume das primeiras-damas. Michelle Obama, apesar de ter sido plagiada por Melania, recebeu-a e deu-lhe a conhecer os cantos à casa, enquanto os maridos reuniam na Sala Oval para fazer a transição.

Mas, uma vez, que Trump se recusou a receber Joe Biden e a estar presente na sua tomada de posse, dificilmente a primeira-dama poderia tomar outra atitude. Na manhã desta quarta-feira, os Trump abandonaram a Casa Branca e Melania escolheu o preto para se despedir, como se estivesse de luto, num vestido Chanel, de corte clássico, uns saltos altos assinados por Christian Louboutin e uma mala Hermes, modelo Birkin em pele de crocodilo (no valor de 70 mil dólares, cerca de 58 mil euros).

O casal despediu-se de Washington, embarcou no Air Force One, em direcção à Florida, e à chegada, Melania era outra pessoa. Pelo caminho, mudou de roupa e abraçou o sol com um vestido colorido e a lembrar a década de 1970, com assinatura Gucci, no valor de 3700 dólares (cerca de três mil euros), e com uns sapatos rasos, muito mais confortáveis que os Louboutin.