A economia chinesa tenta uma aterragem suave do imobiliário

Atendendo à apreciação de preços do imobiliário chinês nas últimas duas décadas e dado o volume de nova construção, as autoridades enfrentarão dificuldades em gerir a crise no sector e evitar que esta se propague a outros sectores da economia.

O grupo Evergrande, um conglomerado privado do sector da construção imobiliária para a habitação com uma panóplia pouco ortodoxa (e não rentável) de subsidiárias em diversos sectores, nomeadamente, água engarrafada e automóveis eléctricos, está em dificuldades. A imprensa refere que o Evergrande é o maior ou o segundo maior construtor chinês, em termos de vendas, com mais de 1,5 milhões de habitações em construção, 300 mil milhões de dólares de passivos, dos quais cerca de 110 mil milhões de dólares de dívida (i.e., empréstimos e títulos de dívida) .

Sugerir correcção
Ler 3 comentários