Os melhores amigos de António Costa

PSD e CDS poderiam facilmente abordar as eleições numa posição de superioridade moral. Bastava viverem este período com normalidade, cumprindo o calendário que os estatutos ditam e beneficiando da ausência de responsabilidade na crise política.

Há muito tempo que se percebeu que, quando António Costa abandonar a liderança, o PS arrisca-se a entrar numa fase de divisão autofágica, que lembrará os tempos do cavaquismo, antes de Guterres ter pegado no partido e de Jorge Coelho se ter feito à estrada para controlar e pacificar o aparelho.

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