Glasgow e o seu pacto de intenções

Falhar completamente — como aconteceu na COP15 em Copenhaga, em 2009 — não era uma opção. Daí terem todos aprovado um pacto imperfeito.

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Acordo foi assinado neste sábado Reuters/YVES HERMAN

Escrevo estas linhas enquanto vejo, remotamente, representantes de vários governos sucederem-se ao microfone do plenário da COP26. Estão desapontados, alguns furiosos, com alterações de último minuto a uma proposta de decisão que, há um par de horas, era imperfeita mas aceitável. No final, porém, todos engoliram em seco e aprovaram o Pacto Climático de Glasgow. É preciso andar para a frente.

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