Afinal, o “champanhe” de Rui Rio não era champanhe

Um político que engana nos vinhos também pode enganar no resto, mesmo que não meta a mão na massa.

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Nelson Garrido

No dia das directas do PSD, quando Rui Rio informou o país que tinha duas garrafas de champanhe no frigorífico, confesso que fiquei com pena de não ser militante social-democrata, para lhe poder entregar o meu voto. Reservar duas garrafas de champanhe para um combate tão importante revela, antes de mais, bom gosto. O champanhe é mesmo uma grande bebida e é perfeito celebrar coisas boas, como uma vitória numa disputa política, por exemplo (estou a falar de bons champanhes, claro).

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