Não é pedir muito

Gostava que Rui Rio tivesse aproveitado a sua liderança para explicar porque é que é urgente substituir o PS pelo PSD.

Não sou muito sofisticado, politicamente. Não exijo coisas muito rebuscadas em troca do meu voto. Gosto de partidos (que aspirem a ser) grandes, que desejem representar maiorias democráticas a partir do espaço a que por convenção se chama “centro-direita”, sem pulsões sectárias ou dogmáticas. Gosto, por exemplo, da história dos tories britânicos ou da CDU alemã, que são partidos-movimento antigos, heterogéneos e inclusivos.

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