Antonio Pirolli: “Temos de trabalhar em conjunto para fazer crescer o São Carlos”

No primeiro semestre de 2022, a orquestra voltará ao fosso, para libertar o palco para ópera encenada, e obras sinfónicas maiores voltarão a ser possíveis. Fomos ouvir o novo maestro titular, Antonio Pirolli, para saber qual a sua visão para a Orquestra Sinfónica Portuguesa, em estreita cumplicidade com a direcção artística de Elisabete Matos.

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Antonio Pirolli, 62 anos, novo maestro titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa

Antonio Pirolli, 62 anos, assume toda a responsabilidade: este novo cargo significa muito mais do que dirigir de batuta na mão a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) – exige um trabalho de bastidores intenso, de preparação de repertório e de participação activa no que será a programação da direcção artística daqui para diante. Para tempos desconfinados, espera-se, este amante de Puccini que não gosta da palavra “especialista” promete variedade e tenacidade num percurso que leve a OSP a outros patamares de qualidade. Talvez até à realização de alguns dos seus maiores sonhos musicais e operáticos como maestro. Mas para já, promete apenas trabalhar com afinco.

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