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Pela primeira vez, reuniram-se provas de um planeta gigante associado a uma estrela anã-branca, proximidade que está a causar a evaporação do primeiro. A descoberta traz-nos uma visão da relação futura entre a Terra e o Sol.
O corpo extremamente denso e escuro situa-se a 700 milhões de anos-luz da Terra.
Equipa internacional de cientistas captou uma explosão de raios gama um bilião de vezes mais energéticos do que a luz visível numa galáxia a 4500 milhões de anos-luz da Terra.
A maior parte da superfície do segundo maior satélite natural do nosso sistema solar é ocupada por planícies. Nas regiões polares, concentram-se mais de 650 lagos.
A viagem espacial da Voyager 2 já dura há 42 anos. No ano passado, conseguiu chegar ao espaço interestelar e forneceu-nos dados sobre esta jornada por mundos pouco (ou nunca) navegados.
A descoberta, publicada no The Astrophysical Journal, surge de um estudo sobre duas estrelas gigantes vermelhas, à volta das quais já se sabia que existiam “exoplanetas”.
A detecção de duas estrelas de neutrões a colidir – e que originaram ondas gravitacionais – permitiu a uma equipa de cientistas identificar um elemento pesado recém-formado, o estrôncio.
O interior de alguns exoplanetas tem uma geoquímica parecida com a do nosso planeta, segundo confirmação de equipa dos EUA.
Equipa de cientistas da Polónia e da Holanda fez o primeiro retrato do cometa 2I/Borisov, o segundo objecto interestelar que detectámos até agora.
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