Victor Ferreira
Jornalista
Teria sido médico, se desse mais ouvidos aos meus pais, ou matemático ou bioquímico, se me tivesse aplicado a concluir os primeiros cursos superiores em que me matriculei. Porém, no Verão dos meus 18 anos, entrei pela primeira vez numa redacção. Era um jornal local, Guimarães, onde ainda hoje vive a minha família. Essa curta experiência, enquanto esperava pela universidade, mudou as minhas aspirações. Anos depois, pendurei um hipotético futuro de bata branca à volta de microscópios e abracei o sonho de transformar o mundo no meu laboratório. Porque o jornalismo é isso: um ensaio permanente. Desde 1999, já experimentei um pouco de tudo, do noticiário local ao desporto, fiz reportagem por todo o país, na Europa, em África, nos Estados Unidos. Tenho um MBA pela Porto Business School, com especialização em Comportamento Organizacional.
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O número de zeros está correcto, são mesmo nove neste caso: €3.158.000.000.000 (trillion, ou milhão de milhão, logo biliões). Porém, no texto faltava uma vírgula: o valor de mercado é 3,158 biliões de euros e não 3518 biliões, como estava originalmente escrito. Obrigado
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Queijos, frutas e marisco: novas taxas aduaneiras dos EUA afectam produtos portugueses Em resposta a Choninhas Chanfrado - prof. Catedrático em New Iorque (exatamente 3 cátedras)
Tem toda a razão, esse erro estava no texto original da Lusa, que corrigimos logo após a publicação inicial
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Tem toda a razão, o Fórum Económico Mundial diz que Portugal é o quinto país (em 140) com melhor qualidade de estradas
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Compreendo a observação, DCM. Mas se a conta é dele, escrevo dele. Alinho com o Miguel Esteves Cardoso, nesta crónica de 2009: https://www.publico.pt/j300134.
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Huawei ameaça processar inventor português e nega roubo de patente Em resposta a Domnall Mór Ua Briain
Domnall Mór Ua Briain: Falo por mim – quero leitores que me questionem, que tenham opiniões e as manifestem. E que saibam que eu leio o que dizem, que as críticas justificadas não caem no vazio, que não estão "a falar para o boneco". Neste caso, atribui-me uma intenção, a de fazer passar "os chineses" por "burros". Tem direito à interpretação. O que lhe quero dizer é: não. E se for ver os textos que tenho assinado sobre Ásia, China e especificamente a Huawei, terá ainda mais fundamentos para debater o valor informativo do meu trabalho (incluindo este especificamente) e se estou a desviar-me da factualidade por "intenção" subjectiva. Cumprimentos, Victor
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Huawei ameaça processar inventor português e nega roubo de patente Em resposta a Domnall Mór Ua Briain
Há outras alternativas: por exemplo, não estender um erro ortográfico num comunicado de uma tecnológica a todos "os chineses" e depois atribuir-me a intenção de dizer que "os chineses são burros". O que fiz foi transcrever. Fielmente.
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Bom dia, Miguel. A Boeing nasceu em Seattle, mas actualmente tem sede em Chicago. Daí a alusão a esta cidade do Illinois. Obrigado pela leitura, cumprimentos
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Mil agradecimentos pela chamada de atenção. Um erro desnecessário da minha parte, por mera falta de atenção e que, infelizmente, não foi detectado. Está corrigido.
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Caro Felipe, obrigado pelo comentário. A referência ao Governo de Washington torna implícito que se trata de um crédito federal. Ainda assim, aclarei no quinto parágrafo que esta redução do benefício se refere à Tesla. E acrescentei o exemplo da GM, cujas datas são diferentes. Talvez lhe desagrade ter ficado mais longo, mas espero que considere menos confuso.
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Caro Paulo, a Volvo tem mais destaque porque é a única marca com um programa na UE e previsão de entrada em Portugal. Publicitar é um verbo mal aplicado – noticiar seria mais apropriado. Noticia uma tendência, a de procurar novas abordagens ao mercado de uma indústria acossada. O texto começa exactamente por colocar a questão nesse campo, onde deve estar: a publicidade/marketing; depois, apresenta a estratégia e questiona se é "reinventar a roda" do "renting", dando informação para que cada um conclua por si se faz ou não sentido, se é diferente e novo ou se é mais do mesmo; procura comparar preços, de alternativas já existentes; dá voz a textos que analisaram esta estratégia. Sugerir que publicito ou fui (ou fomos) pago(s) pela Volvo é insultuoso. Há insultos que dizem mais de quem os faz.



