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A China exige reconhecimento facial a quem comprar um telemóvel. Mas a China não está sozinha. Está apenas mais à frente.
A matemática britânica Hannah Fry passou um ano e meio a procurar casos de algoritmos que causam injustiças. Acabou a escrever um livro, onde argumenta que os algoritmos são apenas ferramentas que erram. E são os humanos que têm de aprender a lidar com esses erros.
David Chaum criou a primeira moeda digital do mundo. Critica a banca por estar a dormir e a deixar empresas que “espiam cidadãos” tomarem conta dos pagamentos.
Qualquer pessoa pode agora acordar com a voz da assistente virtual do Google a falar português de Portugal. É boa a desligar o despertador, a falar sobre o estado do tempo e a dizer curiosidades. Mas ainda tem muito para aprender.
O caso foi exposto pelo jornal britânico Financial Times, que analisou uma centena de sites de saúde que partilham nomes de medicamentos e pesquisas sobre sintomas com plataformas como o Facebook, Google e Amazon.
O projecto, que está numa fase inicial, foi divulgado depois de um jornal norte-americano acusar o Google de abuso de dados de milhares de pacientes.
A aplicação vinha substituir um antigo separador do Instagram que mostrava as contas e publicações com que os amigos dos utilizadores interagiam com comentários e gostos.
O futuro não passa por autorizações cegas ou litigâncias pós-facto. Mas poderá passar por uma certificação de entidades e por auto-regulação, tutelada pelos Estados.
Director da Agência Europeia para os Direitos Fundamentais diz que não faz sentido criar novos direitos – apenas garantir que os direitos humanos são respeitados na Internet.
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