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A conclusão é de Gabriela Jorge Fonseca, investigadora nas Faculdades de Psicologia da Universidade de Lisboa e a da Universidade de Coimbra.
Made in Bangladesh não é um documentário, é um filme-denúncia. Expõe tanto a precariedade do trabalho nas fábricas têxteis como a luta das mulheres pela emancipação. No Bangladesh, as duas realidades são uma só. O filme estreia-se esta quinta-feira nas salas portuguesas.
A lógica sindical aposta num recuo rápido de Macron, algo que não parece fácil. Caso contrário, haverá choque frontal entre sindicatos e o poder.
Mortes maternas e recibos de vencimento. Caramba, será que nem nestes assuntos conseguimos debater com seriedade?
Fórum para a Competitividade defende que, se as novas subidas do salário mínimo não forem compensadas com medidas de aumento da produtividade, podem ter efeitos no emprego.
Os bloquistas defendem reforma antecipada para os trabalhadores portadores de um grau de incapacidade de 60% ou mais há 15 anos e com pelo menos 20 anos de descontos para a Segurança Social.
Cadeia de lojas Daimaru acredita que medida serviria para fomentar espírito de entreajuda nos funcionários. Polémica causada no Japão obrigou responsáveis a avaliarem fim da medida.
Bloco de Esquerda quer diminuir a idade da reforma e fixá-la nos 65 anos, contrariando a tendência de adiamento do acesso à pensão de velhice a cada aumento da esperança média de vida.
Sindicatos dizem que trabalhadores recebem salários muito baixos, não têm condições de trabalho e são eternamente precários, pois trabalham em regime de subcontratação.
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